Art. 1 - Das responsabilidades e competências
O Grupo de participantes ativos no Kartismo farão realizar a Copa Santa Catarina de Kart, edição exercício 2010, de acordo com o Código Desportivo do automobilismo – CDA, o Regulamento Nacional de Kart da Confederação Brasileira de Automobilismo e o presente Regulamento Particular.
Art. 2 – Da quantidade de provas, critério de classificação e inscrições
22 de Maio – Sapiens Parque – Florianópolis
27 de Junho – Indaial
5 de Setembro – Joinville
10 de Outubro – Indaial
29/30/31 de Outubro – Sapiens Parque – Florianópolis
O peso mínimo será de 167 Kg para FKS, 155 Kg para FK, 171 Kg para a FKSS e 102 Kg para a Cadete. O peso será avaliado terminada a tomada oficial de tempos, e após cada bateria. O piloto que estiver com seu peso abaixo do mínimo estabelecido será desclassificado e devera largar na ultima posição se constatada a irregularidade na tomada de tempo. Não pontuará na bateria na qual foi observada a irregularidade, e deverá largar na ultima posição caso haja nova bateria.
4.b – As seguintes baterias das etapas terão grid invertido em 50% do grid e no mínimo de 6 pilotos.
1º LUGAR – 11 pontos
2º LUGAR – 09 pontos
3º LUGAR – 08 pontos
4º LUGAR – 07 pontos
9º LUGAR – 02 pontos
10º LUGAR – 01 ponto
OBS: Para fazer jus a pontuação em cada bateria, o piloto terá que completar no mínimo 1 volta naquela bateria.
5.b – A pontuação será simples em todas as baterias da competição.
Se realizara o descarte dos dois piores resultados do ano.
5.c – Etapa da qual o piloto não compareceu também poderá ser considerada como descarte.
5.d – Caso uma bateria seja interrompida por força maior e não tenha ocorrido no mínimo 50% das voltas previstas, a pontuação será a metade dos pontos estabelecidos, e a classificação será a da ultima volta antes da interrupção.
5.e – Empate – em caso de empate ao final do campeonato, os critérios de desempate serão definidos abaixo, e na seguinte ordem:
a) eliminam-se os descartes e consideram-se todos os pontos de todos os resultados validos.
b) maior numero de primeiros, segundos, terceiros, etc., lugares, sucessivamente. (excluídos os descartes).
c) maior numero de Poles. (excluídos os descartes).
d) caso persista o empate, será considerada para desempate, a somatória de todos os pontos obtidos em todas as baterias.
5.f – Para efeito de premiação da etapa, a classificação será feita pela soma de pontos obtidos em cada bateria.
5.g – O critério de desempate em cada etapa, para efeitos de premiação, será o resultado obtido na 1 bateria.
5.h – Caso de Desclassificação – O piloto desclassificado por atitude antidesportiva, em uma prova (bateria), será considerado como resultado valido para efeito de aproveitamento das etapas validas para o campeonato e não poderá descartar. O piloto que for desclassificado em uma bateria, por item técnico, será considerado como NC (NÃO CLASSIFICADO), sendo este considerado como um dos piores resultados para efeito de classificação final do campeonato.
6.b – Pelos próprios pilotos quando a etapa pro organizada por eles.
6.c – A quantidade será de 20 (vinte) litros, utilizados na tomada de tempo e baterias, preservando a quantidade mínima exigida para a realização de cada etapa.
6.d – O combustível será álcool misturado com óleo Castrol Kart na proporção de 20:1.
7.b – Pneus de chuva: Livres de marca e modelo, nacionais desde que homologados.
7.c – Alteração de pneus: O grupo de pilotos participantes e coordenação técnica poderão decidir pela alteração dos pneus a serem utilizados nas etapas faltantes.
8.b – Filtro de ar: Será usado o filtro azul em conformidade com todos, sendo que poderá ser utilizado o filtrinho em caso extremo de chuva mediante aprovação dos pilotos.
8.h – Escapamento e flanges não podem ser alterados, trocados e polidos. Os escapamento utilizados nas atividades de pista devem ser os fornecidos pela organização, lacrados e sem qualquer tipo de retrabalho. Caso ocorra descumprimento destas exigências o piloto será punido com a desclassificação, seja na tomada de tempos ou nas baterias.
A avaliação será feita pelo coordenador e ou revisor técnico que autorizarão a troca solicitada sem ônus para o piloto.
Neste caso, o motor será trocado e o piloto manterá sua posição obtida na tomada de tempos ou para a classificação de qualquer das baterias.
Problema com a vela, que é fornecida pelo piloto não será considerada como irregularidade técnica elétrica.
10.b – A troca poderá ser solicitada pelo piloto sem a constatação de irregularidade técnica conforme item 10.a.
Neste caso, por decisão piloto seja solicitada a troca, o mesmo deverá abonar na secretaria para credito do grupo e no ato da solicitação a importância de R$ 300,00 (trezentos reais), sem o que a troca não se efetivará.
10.c – O piloto poderá solicitar junto a equipe técnica responsável que burete seu motor caso se sinta que o mesmo não está rendendo dentro da normalidade, isto mediante ao pagamento de uma taxa no valor de R$ 50,00 revertidos ao mecânico responsável pela equalização dos motores.Caso o mesmo esteja fora dos padrões o valor será devolvido e motor trocado sem custo, do contrário a taxa será repassada integralmente ao mecânico responsável.
10.d – Qualquer alteração que seja feita por algum mecânico no intuito de favorecer seu piloto fora das regras da competição será excluído automaticamente do grupo.
Só poderá ser feita uma troca por prova, quando solicitada pelo piloto e sem irregularidade constatada.
Os valores para manutenção dos motores que serão cobrados serão os seguintes (para aqueles que já fazem parte do grupo):
R$ 250,00 por etapa para os que pagarem tudo no início do ano, podendo ser com cheques pré-datados (como no ano passado).
R$ 350,00 por etapa para os que não optarem pelo pagamento antecipado.
Caso o motor trave na parte de baixo, a troca é de responsabilidade da organização, sem qualquer custo para o piloto/equipe.
Caso o motor trave na parte de cima, será cobrada uma taxa de R$ 400,00 do piloto/equipe, para custear a recuperação do propulsor.
Se houver necessidade, faremos uma chamada de capital proporcional ao número de provas que cada um fez no ano para completar os recursos necessários para realização das revisões.
